Com nove discos na carreira e dois livros publicados, um inclusive reeditado na França, traduzido para a língua local, Nei Lisboa transita entre o erudito e o popular com certa habilidade. A proposta é falar do musico-escritor, que pode ser visto entre célebres autografando um livro ou entre “mortais” bebendo uma cerveja num bar do Bom Fim.
Para compor a estrutura da matéria, além do texto, serão utilizadas fotos, entrevista em áudio, slide show e vídeo.